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Archive for the ‘Internet’ Category

Se você ainda não sabe o que é isso, é melhor ficar sabendo. Estes termos norteiam os novos drives de comercialização na web – e são explicados com propriedade pelo Marcelo Sant’Iago aqui.

Você pode comprar espaços por preços abusivos por motivos políticos, on e offline, mas não seria muito melhor pagar o preço justo pela sua relevância? Este pensamento óbvio está na matriz destes sistemas.

Alisson Avila

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Imperdível este artigo da Fast Company sobre o outro lado da procrastinação – a maneira técnica de chamar o “empurrar com a barriga”. Já parou pra pensar que, enquanto você enrola pra fazer aquelas coisas prioritárias e se dedica às coadjuvantes, você está melhorando outros aspectos da sua vida que não o essencial para aquele momento? Hum, me identifiquei 🙂

E uma espécie de procrastinação paralela também pode acontecer quando você pensa nas milhares de contas de Twitter que você TEM que seguir (socorro). Ou de contas novas que você TEM que descobrir. Escravidão? Seus problemas acabaram! Vem aí o Twitter @Anywhere.

(engraçado que as informações estão num blog… afinal tem coisas que não cabem em 140 caracteres)

O aplicativo vai levar o Twitter para dentro das páginas da web, sem você precisar acessar uma nova guia. É mais do que a janelinha tradicional: é o aplicativo embedado mesmo. Se por um lado parece insano tirar o tráfego da sua URL, por outro pode ser a tábua de salvação para este serviço de sucesso massivo, a exemplo do You Tube, mas que ainda não encontrou um modelo de negócio lucrativo.

Alisson Avila

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Os cabeções da iA – Information Architects, os mesmos por trás do badalado Web Trend Map, acabam de lançar o TPUTH, “The socially generated newspaper for geeks, designers and venture capitalists“.

Saiba mais aqui.

Em outras palavras, um site jornalístico que na verdade é um agregador de conteúdo, publicado mediante o ranqueamento de notícias em redes sociais e clicks, mas com um toque pessoal de sarcasmo e escracho nas manchetes (finalmente). Um Overmundo multiplicado por milhões de terabytes, pois o ranking neste caso não é feito via visitantes do portal, mas monitorando A REDE em si. Nada fácil.

A evolução do jornalismo? Pode ser, pela funcionalidade e pela abordagem. Mas sempre fica aquele vazio: não troco uma boa história, bem contada e recheada de fontes, por nada – seja lá onde ela for publicada. Neste caso tudo bem, pois o papel do TPUTH não é  “gerar conteúdo” (sic).

De qualquer modo, não adianta: seja em 1917, 2010 ou 3244, alguém sempre terá que fazer o trabalho sujo de cruzar opiniões e fontes, opor pontos de vista, criar contextos e oferecer um panorama para responder à alienação. Reportagem voltará a ser algo subversivo, aposto os meus dedos neste teclado 🙂

Hoje em dia, é hipocrisia pura desdenhar os jornais e a mídia informativa: eles podem estar num modelo de abordagem e negócio totalmente errados, mas sua essência é fundamental. Mais ou menos como a fé e a religião, ou o direito e os advogados: não dá pra misturar as coisas, senão a gente perde a parte boa.

Muitas vezes, nós passamos o dia lendo blogs e sites jabazentos, que não se assumem, e que se vendem por uma merreca de dinheiro para “estrategistas online” e assim forjar “opiniões pessoais” sobre marcas, campanhas, produtos – naturalmente compartilhando o mesmo release maquiado para o século 21 em seus contatos em redes sociais. E depois pagam pau de libertários, liderados pelos mesmos que depois dizem “ai que horror” para um merchandising vagabundo na TV. Esta máscara vai cair… pois o mundo é feito de ciclos, e a esta altura do campeonato o underground mesmo é o offline. Porque aqui estamos sendo trackeados o tempo todo, não se iluda.

Por isso, tem espaço pra todos, e toda radicalização é burra.
A não ser quando chega a hora da ruptura para a virada, if you know what I mean…

Alisson Avila

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Começou hoje, leia tudo aqui, e por motivos bem conhecidos dos brasileiros: excesso de agências em cada concorrência e falta de pagamento de honorários, por parte dos anunciantes, para as participantes.

O detalhe é que estas duas regras econômicas básicas para a comunicação, que são solenemente ignoradas no Brasil, fazem parte das regras do jogo por lá. Só que a crise virou tudo do avesso e aí vamos nós para as atitudes predadoras. Além da causa e do exemplo de organização (ao menos até agora), a execução criativa está perfeita: para ler e entender o manifesto inteiro, você tem que pular de site em site entre as agências participantes da greve virtual. Os sites originais ficarão offline uma semana. Mesmo sendo no meio do Carnaval, merece registro 🙂

Enquanto isso, aqui em Pindorama, montes de agências esgoelam-se a cada job. E nem pense em ser pago pelo possível cliente por cada concorrência: pedir isso seria motivo de piada por meses.

Alisson Avila

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Em plena semana de Campus Party, surgem na rede algumas novidades interessantes sobre comportamento e relações socio-econômicas baseadas na internet.

A perversa, porém inevitável realidade da ordem e seleção natural traçada por Darwin é tão verdadeira que não teria como ficar de fora das relações digitais. Matéria recente do El País, por exemplo, fala do processo de dupla marginalização social sofrida em escala global por pobres e idosos em tempos multitouch (o acesso é exclusivo para assinantes, mas faremos o favor de reproduzir o texto aqui abaixo, discretamente….)

Falta de dinheiro, de intimidade com aparelhos tecnológicos e foco exclusivo em ferramentas de comunicação online (ao invés de descobrir e desenvolver outros programas e soluções que facilitem a vida a partir de um aparelho em rede) entram como fatores-chave para este problema. O último caso pode ser visto como o lado ruim da bem-vinda disseminação das lan houses pelos países em desenvolvimento e no Terceiro Mundo.

E basta pensar no Brasil, um exemplo enorme de desigualdade econômica e de pouco caso com a terceira idade (sem contar o fato de ser um país em processo de envelhecimento) para dimensionar o tamanho da bucha que temos pela frente.

Outra pesquisa recente, esta focada no Brasil e divulgada no ano passado, também confirma este cruzamento entre penetração da internet e marginalização digital entre a população brasileira.

Por fim, a mais divertida de todas: uma pesquisa inglesa, recém-publicada, dando conta de que o cérebro só consegue administrar 150 amigos em redes sociais de uma forma real e sustentável. O melhor da história é que ela tem uma relação direta com o Número de Dunbar, que pregava esta mesma lógica em uma realidade offline e foi um assunto relevante nos estudos de comportamento e disseminação da informação nos anos 1990. Também, pudera: o autor de ambas as pesquisas é Robin Dunbar, professor de antropologia aplicada à evolução.

Alisson Avila

(mais…)

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A AOL, ou ex-America Online, ou ainda quase-ex-Time Warner (as operações serão destrinchadas) vem como novo logo por aí. O nome agora será com maiúsculas e minúsculas e ganha um ponto final cheio de certezas a partir do dia 10 de Dezembro: agora é Aol.

Veja as novas aplicações. O lettering será aplicado em vários fundos:

Decisão polêmica? Cara meio antiga em alguns casos? Alta dificuldade de aplicação em outros? Não estranhe: o escritório de design por trás do revamp é o Wolff Olins, mesmo nome que criou o (por muitos detestado) logo da Olimpíada de Londres 2012 e também dos serviços de táxi de Nova York.

Só pra lembrar, o logo atual que está saindo de linha:A empresa, que nunca decolou no Brasil (quem lembra do polêmico CD de instalação que a AOL distribuiu com alto estardalhaço na mídia, mas que alterava todo o sistema operacional do seu computador?), também anunciou o lado negro das mudanças: vai demitir 2.500 pessoas globalmente até o final do ano.

Parece que o dinheiro do RH será investido nesta campanha de mídia aqui…

…e que também tem uma carinha meio de ontem. Ou no mínimo de Sony Bravia…

Quer continuar a pegada da ironia? Clique aqui e veja a matéria que deu origem ao post. Até nos Estados Unidos o pessoal tira um sarro da AOL. Ops, “Aol.”

Alisson Avila

 

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Depois do Uniqlock, aplicativo que inclusive faturou prêmio em Cannes, a rede japonesa Uniqlo (alvo de alguns posts aqui no blog) ataca com o Uniqlo Tunes.

Basicamente, este é um aplicativo que pode ser vinculado a qualquer blog, utilizando a música já carregada no programa ou carregado com os mp3 que você preferir. A batida da música determina o movimento dos elementos que aparecem na tela:

Claro que nada é assim tão 100% fun. Por trás do projeto, está o lançamento das roupas com o sistema Heattech, que ajuda a controlar a temperatura (e também “dança” no aplicativo):

Veja como fica o resultado em um site, no caso o da própria marca:


Da Redação

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