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"Josh! Jooooooosh!!!"

"Josh! Jooooooosh!!!"

Já foram-se os tempos em que “Bruxa de Blair” poderia ser o principal benchmark em termos de buzz e estratégia de lançamento de um filme sem muita grana. Mesmo com a “Bruxa” sendo, até hoje, um case relevante por conta do seu extremo pioneirismo em termos de linguagem e também de promoção na época em que apareceu (1999). Não há o que reclamar: o filme custou ridículos US$ 35 mil e gerou US$ 250 milhões de faturamento. A força de um “engaging storytelling” (socorro) estava ali em toda a sua grandeza.

Dez anos depois, o pessoal apela para todo tipo de santo para deixar a coisa diferente. Ai que saudade quando bastava o filme ser relevante para construir sua fama boca-a-boca…

Veja este vídeo de promoção do longa “Paranormal Activity“:

Sérias desconfianças de que não seja real, portanto, apenas mais um viral fake. Não sabemos: a ser descoberto na tela do cinema (ou seja lá qual a tela) pra saber se teremos as mesmas reações.

Já o filme “Where Wild Things Are” apostou em uma pop up store bem simpática nos Estados Unidos, dentro do clima de sonho e capim na boca que o longa possui:

wild 1

wild 2

São ações simples e simpáticas, mas em termos de estratégia, estrutura e resultado é difícil bater o case de Batman: Dark Knight, que já comentamos aqui no blog na cobertura de Cannes 2009.

Alisson Avila

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42 entertainment

Só há uma coisa para dizer desta palestra da 42 Entertainment, a empresa por trás dos alternate reality games (ARG) de lançamento do Halo 2, do Windows Vista e do Year Zero, o disco do Nine Inch Nails: confiram o vídeo deste fantástico case de promoção do filme “The Dark Knight” (muito bem feito, conseguiu deixar clara uma idéia complexa). Aqui dá para pagar pau: trata-se de uma campanha integrada fantástica:

Vale fazer um comentário sobre diferenças culturais. Nos soa bastante improvável que uma campanha de lançamento de um filme, ou seja lá de qual produto, possa gerar tamanho engajamento no Brasil. Alguém consegue imaginar centenas de pessoas gritando com as mãos para o alto defendendo um político fictício de um jeito massivo? Sem demagogia, nós não nos engajamos nem com políticos reais… Pois é: justamente por se tratar de escapismo, pode ser que todo mundo embarque. Em nichos, a coisa até já funcionou no Brasil: a Agência Click, por exemplo, já fez algumas coisas interessantes neste sentido.

Tomara que a Aktuell seja a agência responsável por fazer isso pela primeira vez no País em grande escala, porque até agora ninguém conseguiu a idéia matadora.

Alisson Avila e Gustavo Gontijo
de Cannes

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