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Posts Tagged ‘digital’

270620091696

Alguns seminários altamente interessantes acabam por dizer exatamente ao que vieram já no seu texto de apresentação. É o caso da mega-pesquisa da BBDO e Proximity sobre a relação entre homens e mulheres na internet.

A conferência foi ótima, mas o texto abaixo em inglês explica tudo. É um insight muito interessante, especialmente pela relação que faz entre mundo digital, história e antropologia:

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rga hp

Esperávamos muito desse seminário. Mas veio pouco. Em suma, Bob Greenberg (CEO da R/GA) e Michael Mendenhall (CMO da HP), mostraram alguns (incríveis) cases da agência e venderam os produtos online da empresa. O conteúdo foi tão fraco que podemos facilmente resumi-lo em 3 tópicos. Após lê-los, você pode sair por aí dizendo que estava lá.

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isobar 1

Vocês já perceberam que as frases de efeito são uma constante no Cannes Lions. Mas o incrível nome da palestra da Isobar não se refletiu no palco. Na verdade, parecia que o fundador da Isobar, Nigel Morris, fez esta conferência para mostrar ao seu controlador Aegis Group como a Isobar é bacana. “Em 2003, éramos 2% do faturamento do grupo. Agora, somos 33%”.

Ok, mas já sabemos que o digital cresce sem parar e o on e offline virarão uma coisa só. Tanto que a Isobar acaba de proporcionar uma grande novidade ao mercado, através da subsidiária Sapient (aquela do seminário da Coca-Cola): a compra da Nitro. Isso representa uma rede global de comunicação offline sendo comprada por uma online. Mas Morris preferiu não tocar neste assunto.

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Todo mundo fala que consultores são chatos. Mas não podemos falar isso de Marcel Fenez, managing partner da PriceWaterhouseCoopers, que apresentou em Cannes a décima edição da pesquisa “The Global Entertainment and Media Outlook”.

Sempre é bom quando alguém faz o trabalho sujo de conseguir uma imensa verba para  entrevistar milhares de pessoas pelo mundo a fim de saber seus hábitos. Antes que você confira o vídeo que resume este material (esqueça o treme-treme inicial: o cinegrafista sofre de Alzheimer), algumas conclusões interessantes:

– A busca das pessoas por significado e valor naquilo que consomem, em termos de mídia e diversão, apenas acelera a migração digital. Some a isso um cenário de crise e o resultado é uma potencialização deste processo. A eterna disponibilidade oferecida pela internet se espalha para todos os demais meios, que também precisarão ficar on demand.

– Na TV, não haverá mais a certeza de um horário nobre, pois os meios é que precisam se adaptar às pessoas. Temos então o “my time” ou “out time”, não um “primetime”.

– O perfil desta geração, que em poucos anos serão praticamente todas as gerações, envolve fatores como a) permanente conexão; b) perfil multitarefa; c) a essencialidade da música na nossa vida; d) a presença de filmes e especialmente games em nossos hábitos, inclusive fora das suas plataformas originais (aguarde o Beatles Rock Band ser lançado para ver quantos coroas e retrôs ingressarão no mercado de games); e) interatividade e sociabilidade na base das coisas e ainda f) as pessoas querem tudo ao mesmo tempo agora, tipo: “eu não quero isso… mas SE eu quiser, eu quero que esteja disponível em um click. Senão não vou gostar mais de você”.

Por fim, a projeção da PWC é que, por conta da crise, o montante global de investimento em mídia de 2007 só será novamente alcançado no distante 2013. Sem contar que, até lá, a distribuição de verbas será completamente outra: “pode ser que a Nike entregue 1 milhão de dólares para a Electronic Arts desenvolver um game global, ao invés de repassar o mesmo valor para uma agência de mídia comprar espaços comerciais na TV”. É por conta disso, inclusive, que a queda dos preços das tabelas comerciais dos meios é algo absolutamente inevitável.

As marcas continuarão desesperadas para serem relevantes às pessoas. Justamente por isso que o futuro reside em somar uma oferta única de conteúdo e serviços a questões bastante práticas e objetivas, como a compreensão da infra-estrutura local de cada mercado ou país em termos de tecnologia e acesso.

Alisson Avila e Gustavo Gontijo
de Cannes

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O seminário da Razorfish, agência de marketing digital, foi conduzida pelo diretor de planejamento da agência, Andy Pimentel. Durante os 45 minutos ele envolveu a platéia com um raciocínio muito bem construído para tentar responder a pergunta “qual é o futuro da televisão?”.

razorfish
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Antes de entrarmos no conteúdo do seminário, assista ao vídeo abaixo (no meio do caminho você terá que virar a cabeça 90 graus para acompanhar – videoarte, saca??)

A Coca-Cola foi a estrela do seminário da Sapient neste domingo pela manhã. A agência pegou o seu provável cliente favorito (e com maior visibilidade global) para mostrar bons exemplos de ações online e vender o seu peixe.

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