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Posts Tagged ‘Londres’

Dubstep? Londres? Burial? Hyperdub Records?

Um novo (e interessantíssimo) livro, Sonic Warfare?

Clique aqui e saiba mais sobre Steve Goodman, ou Kode9 – dono da Hyperdub, produtor, professor, autor…

Preguiça de ler? Relação de videos aqui.

Alisson Avila

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A AOL, ou ex-America Online, ou ainda quase-ex-Time Warner (as operações serão destrinchadas) vem como novo logo por aí. O nome agora será com maiúsculas e minúsculas e ganha um ponto final cheio de certezas a partir do dia 10 de Dezembro: agora é Aol.

Veja as novas aplicações. O lettering será aplicado em vários fundos:

Decisão polêmica? Cara meio antiga em alguns casos? Alta dificuldade de aplicação em outros? Não estranhe: o escritório de design por trás do revamp é o Wolff Olins, mesmo nome que criou o (por muitos detestado) logo da Olimpíada de Londres 2012 e também dos serviços de táxi de Nova York.

Só pra lembrar, o logo atual que está saindo de linha:A empresa, que nunca decolou no Brasil (quem lembra do polêmico CD de instalação que a AOL distribuiu com alto estardalhaço na mídia, mas que alterava todo o sistema operacional do seu computador?), também anunciou o lado negro das mudanças: vai demitir 2.500 pessoas globalmente até o final do ano.

Parece que o dinheiro do RH será investido nesta campanha de mídia aqui…

…e que também tem uma carinha meio de ontem. Ou no mínimo de Sony Bravia…

Quer continuar a pegada da ironia? Clique aqui e veja a matéria que deu origem ao post. Até nos Estados Unidos o pessoal tira um sarro da AOL. Ops, “Aol.”

Alisson Avila

 

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metro_sampa

Certamente não sou  único a me perguntar: por que São Paulo não segue o exemplo de outras grandes metrópoles do mundo e faz do seu transporte público, especialmente o metrô, um símbolo da cidade – com um posicionamento e linguagem espertos, urbanos, amigos da cidade, testemunhas do seu dia-a-dia e assim por diante?

Enquanto nós viajamos para o outro lado do oceano ou do hemisfério para dizer que passeamos no subway de Nova York, ou no tube antigo de Londres (que aliás está em processo de renovação dos seus engraçados estofamentos aveludados, leia aqui e aqui), temos em SP um sistema impecável, limpo, organizado, bem mais moderno… e que parece não ter interesse em elevar seu posicionamento e ter um mínimo de graça, de “charme” (ui), de simbologia da vida urbana. Vide o básico: não é tão simples assim achar um mapa da rede paulistana fácil de baixar na internet. Alguém nos diga se houver aplicativos disso por aí.

(Será que é porque sofremos de alguma síndrome, que determinou que transporte público é ‘coisa de pobre’ e chique mesmo é ficar sozinho dentro de um carro no engarrafamento? Basta conferir o caótico sistema de ônibus da cidade para ter certeza deste status quo, infelizmente. Ficamos naquele dilema Tostines: o poder público não qualifica os ônibus porque a classe média não anda neles, ou vice-versa? É como a notícia recente da Folha de S. Paulo, dizendo que o eixo da Via Funchal, ou da Faria Lima – Berrini, têm mais helipontos do que pontos de ônibus.)

Enfim. Tudo isso para indicar este link, postado ainda no ano passado, com uma série de dicas realmente bacanas para melhor usar o metrô de São Paulo. Entre macetes básicos e já conhecidos aos mais sofisticados (do tipo, qual o vagão certo para descer perto da saída de cada estação?), vale a pena conferir.

Enquanto isso, as obras da linha amarela do metrô paulistano dão aquele show de relações públicas: mortes na obra, engarrafamento permanente em Pinheiros, casas que afundam, poucas explicações e assim por diante. E a linha não aparece na maioria dos mapas oficiais na internet – mesmo os que mostram a futura linha lilás.

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Enquanto isso #2, o underground londrino vende camisetas, mapas para colocar na parede, um site vivo… e chama artistas para recriar seu logo, de 100 maneiras diferentes, para comemorar um século de funcionamento.

(E os táxis da cidade distribuem um guia próprio, dobrável, onde celebridades e pessoas comuns contam seus causos com os motoristas e explicam por que andar de cab é legal, mesmo com aquela cara de furgão de funerária que os táxis de Londres têm.)

Sim, políticos, branded content também funciona para serviços públicos. E como.

A prefeitura ou as autarquias ainda não perceberam que São Paulo não é apenas turismo de negócios, mas também turismo urbano, de compras, de cultura, de balada e de gastronomia para todo o Brasil e exterior? Em tempos de comunicação integrada, isso é muito mais do que uma campanha de mídia paga dizendo que “São Paulo é tudo de bom”.

Alisson Avila (valeu Mari Eller!)

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Definitivamente, não há mais como fugir da comunicação integrada. Do tal do ‘além da propaganda’, da tal interação de marcas e pessoas com a cultura e a arte e, é claro, da interface com a tecnologia. Marcas que não prestam serviços úteis e agregam informação efetivamente relevante perdem a importância, pois a esta altura do campeonato ninguém está pensando nesta quimera chamada “evangelizadores de marca”: somos leais a um produto até o próximo gadget ou desconto, vindo de qualquer outro canto.

É por conta desta constatação que mesmo a Wieden + Kennedy, a agência que ajudou a revolucionar o mercado da comunicação desde os anos 1990, lança em setembro, em Londres, a Platform – “um grupo de pesquisa multidisciplinar dedicado a projetos que vão além da comunicação”.

(mais…)

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