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Posts Tagged ‘microsoft’

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A internet não perdoa ninguém: clique aqui para ver matéria do The Guardian que conta a história de um anúncio da Microsoft, feito nos Estados Unidos, cuja versão original foi alterada na Polônia para “satisfazer” a demanda do mercado local – que não gosta de ver negros representando a sua sociedade quando o assunto é publicidade.

O problema não é da Microsoft propriamente dita. Santa contradição: os poloneses, generalizando, não gostam de negros – vide as diversas manifestações de desprezo recebidas pelos jogadores brasileiros de futebol por lá, como você pode ver aqui e aqui (leia a segunda notícia). Ao mesmo tempo, os europeus ocidentais e sobretudo os ingleses – também generalizando – não gostam de polacos: eles fazem parte da onda de “invasores” vindos do leste proporcionada pela União Européia e que geram “desequilíbrio social”.

Eis o lado negro do “cascade effect”.

Alisson Avila

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Maurice Lévy e Eric Schmidt, CEOs do Grupo Publicis e do Google, respectivamente, levaram um bate-papo descontraído no penúltimo dia do Festival de Cannes. E o assunto não poderia ser outro: os reflexos da crise em uma das empresas mais populares do mundo e na internet como um todo.

Apesar das recentes demissões e de um aperto no orçamento, Eric Schmidt afirma que a crise não vai atingir aquilo que influencia diretamente a qualidade do trabalho dos funcionários: “A comida grátis continua”, ele diz, “e a razão por trás disso é que o benefício alimentício não é caro, e estimula nossos funcionários a fazer as refeições juntos, o que os torna mais feliz. E funcionários felizes fazem um trabalho melhor”.

Lá no Google, eles não querem pessoas trabalhando apenas por dinheiro. Para ficar na empresa, as pessoas devem estar motivadas por razões mais significativas. Eric Schmidt acredita que essas pessoas é que fazem a diferença. Essa crença criou uma “cultura open source” na empresa: todos são estimulados a propor idéias que podem salvar o mundo (basta lembrar que lá cada funcionário pode reservar 30% do seu tempo de trabalho para desenvolver projetos pessoais).

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O seminário da Leo Burnett com a revista Contagious salvou o dia. E provavelmente foi o melhor do Festival até o momento. Nós dois saímos do auditório Debussy nervosos, revoltados, e, francamente, com aquela inveja saudável do que vimos.

Como vocês podem notar pelo nome, o tema do seminário foi Storytelling. E o que eles defenderam é que as marcas podem criar histórias envolventes que entram na vida das pessoas e são passadas adiante.

Mas antes de entrar nesse mérito, eles apresentaram as seis marcas que contam as melhores histórias para seus consumidores (de acordo com blogueiros e leitores): Apple, Virgin Atlantic, Guinness, Coca-Cola, Converse e McDonald’s. Além disso, citaram 6 menções honrosas que acabaram ficando de fora da lista: Obama, Burt’s Bees, Ben & Jerry’s, Jack Daniel’s, Adidas e Nike.

Posto isso, propuseram uma interação com a platéia: “votem por Twitter ou SMS na marca que vocês consideram a melhor contadora de histórias”. No final do post vocês verão a resposta.

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