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Live Painting - Speto

Live Painting - Speto

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Live Painting - Speto

Da redação

A Cia. Pia Fraus esteve essa manhã no Vira Cultura com o espetáculo “Bichos do Brasil”. Confira!

Da redação

Enquanto isso, na madrugada chuvosa na Loja de Artes da Livraria Cultura, pelo Conjunto Nacional…

Fotos por aqui… e ainda:


Da Redação, imagens Jeorge Simas

A criançada e os adultos se amontoaram para conferir a a contação de histórias da Cia. Colher de Pau:

Da Redação

Em entrevista após a sua mais do que concorrida sessão de autógrafos (aguarde mais vídeos por aqui), o mestre Arnaldo Baptista comenta sobre suas novas composições, “uma colcha de retalhos misturando clássico, Deep Purple e Animals, em português”, bem como os motivos que o levaram a sair da nova versão dos Mutantes: “não poder tocar todos os instrumentos” e “lucros”, segundo ele, estavam entre as razões:

Alisson Avila

A madrugada é dos fãs-clubes no Conjunto Nacional. Roupas e visuais estranhos e insuspeitos trafegam pelos corredores, teorias absurdas e universos paralelos viram a noite em harmonia com a vida real. Algumas cenas e imagens, também no nosso Flickr:

Da Redação

O encontro de vários nomes das pickups, no painel sobre a evolução dos players e dos arquivos musicais, rendeu muito pano pros ouvidos. Alguns videos do que rolou estão aqui e imagens você confere aqui. Começamos pela explicação do DJ Zé Gonzales do sistema Serato:

Uma palhinha do André Juliani:

A jam session de equipamentos que rolou no final do encontro:

E uma colcha de retalhos de pés batendo ao som dos DJs:

Alisson Avila

Os “cômicos” Paulo Scott, Chacal, Marcelinho Freire, Marcelo Montenegro e seus convidados levaram a platéia ao delírio. Não houve quem não caísse na gargalhada e embarcasse na viagem. Veja alguns trechos e imagens do que houve:

João Federici, Beth Sá Freire, Ademir Correa, Solange Farkas, Marcos Magalhães e Guilherme Whitaker

O mediador Ademir Correa administrou um time de respeito para falar sobre o tema: Beth Sá Freire (Festival de Curtas de SP), Guilherme Whitaker (Mostra do Filme Livre – RJ), João Federici (Mix Brasil), Marcos Magalhães (Anima Mundi) e Solange Farkas (Videobrasil). E a pergunta é: com tantos festivais, tanto conteúdo, tantos formatos e tantos formatos de telas para assistir a um filme… de que modo um festival pode continuar relevante?

À parte da questão principal, outra veio à tona no bate-papo, a partir da realidade do excesso de produção dos dias de hoje (pois, se “o mundo é de quem faz”, há um preço a pagar por isso…): a impressionante quantidade de pseudo-documentários, vídeos etnográficos e registros pessoais cotidianos que as novas gerações inscrevem em festivais acreditando terem uma obra-prima nas mãos.

Dois dos festivais que “se divertem” com isso são o Mix Brasil e a Mostra do Filme Livre, respectivamente com suas “Sessão do Gongo” e “Mostra Invisível”. São espaços que mostram filmes que se inscrevem às cegas para serem exibidos e, de acordo com a reação da platéia, seguem sendo projetados até o fim ou não (Gong0) ou até mesmo aqueles que são alçados a uma mostra após terem sido rejeitados pelo júri de seleção do festival (Invisível).

Escutamos as opiniões de Guilherme Whitaker e João Federici sobre o que pesa mais para garantir o futuro de um festival: atrações diferenciadas ou foco na força da curadoria e seleção dos filmes? Confira o video:

Fãs de Harry Potter, Senhor dos Anéis, Star Wars e Crepúsculo invadiram a Livraria Cultura … veja como eles vieram!

Fãs de Star Wars

Fã de Star Wars

Fãs de Harry Potter

Da redação

Artistas: Titi Freak, Herbert Baglione e Speto.
Da redação

Mr. Larry Heard dando uma palhinha

Com a mediação de Paulo Brown (também um dos colecionadores a tocar no Espaço Vinil), o painel sobre a evolução tecnológica da música lotou a entrada da Alameda Santos do Conjunto Nacional no começo da noite deste sábado (28), primeiro dia do Vira Cultura 2009.

Os convidados, gradualmente, mostraram seu talento musical e representaram um dos equipamentos / instrumentos contemplados pelo painel: Oswaldo Mr. Groove falou sobre o gravador de rolo, o ovacionado Larry Heard (vindo diretamente de Detroit) introduziu o toca-discos, André Juliani comentou sobre o CDJ, Phabyo contou do MPC e, para finalizar, Zé Gonzales tratou do Serato.

Cada tipo de player foi alvo de uma explicação específica e, é claro, de performances de cada convidado. Você confere vídeos nos posts a seguir.

No meio do papo, destaque para o comentário de Larry Heard sobre influências atuais e o que ele anda ouvindo, que deixou claro o agradável problema do excesso da informação: “difícil dizer, porque muita, muita coisa está sendo produzida diariamente”. E também para os comentários do DJ Phabyo sobre a popularização do MPC, ou Music Production Center. “Um player MPC é uma mesa, um sampler, um mixer, um equalizador. Tudo junto. O detalhe é que ele sempre foi usado como um equipamento de estúdio. No Rio, os DJs de Funk Carioca começaram a levá-lo para a rua, nos bailes, e isso abriu um novo caminho. Os DJs brasileiros viraram atração no exterior por usar um MPC ao vivo, como um instrumento”.

Confira como foi o saldo da experiência, segundo os participantes:

Miguel Fernandes, Mauro Fernando de Mello, Dan Stulbach, Heron Coelho, Maria Thais, Guilherme Leme e Vera Holtz

Um verdadeiro tema sexo dos anjos lotou a sala multiuso da Loja de Artes da Livraria Cultura Conjunto Nacional neste primeiro dia de Vira Cultura: Dan Stulbach chamou alguns amigos e articuladores do universo da arte dramática para falar sobre a relação entre o entretenimento e a vanguarda no teatro.


Pergunta sem resposta? A própria platéia se questionava sobre a diferença entre as duas coisas, “pois o que interessa é que a peça seja boa”. O debate decolou com a participação de Miguel Fernandes, Mauro Fernando Mello, Heron Coelho, Maria Thais – e os “convidados especiais” que chegaram para acompanhar o papo mas acabaram se envolvendo: os atores Guilherme Leme e Vera Holtz.

Logo na abertura, a questão das leis de incentivo entrou na pauta e ficou por um bom tempo, envolvendo o seu impacto na viabilidade da produção de “teatro de vanguarda” e na formação dos atores. Foi engraçado ver as palavras “marketing”, “marcas” e “diretores de marketing” entrarem em um debate tão conceitual.

Maria Thaís foi quem soltou uma das melhores frases: “existem médicos que só fazem seu trabalho de atender pacientes em consultórios. Outros fazem pesquisas e buscam novidades. É a mesma coisa no teatro, dependendo do tipo de ator ou dramaturgo”. Miguel Fernandes completou: “temos preconceito com a palavra vanguarda [pois hoje ela pode não significar nada], mas também temos com a palavra entretenimento. Existem possibilidades nas duas coisas”.

Alisson Avila

Um pioneiro da música black em São Paulo, Paulo Black tocou algumas pérolas da sua coleção no Espaço Vinil do Vira Cultura. Confira:

O músico e mestre Arnaldo Baptista, ex-integrante dos Mutantes, esteve no Vira Cultura 2009 distribuindo autógrafos no DVD Loki – sua cinebiografia contada através de um quadro traçado pelo próprio artista. No final das contas a coisa ficou muito maior do que isso, com fãs trazendo seus discos de vinil, CDs e mesmo guitarras e baixos de casa, e de diferentes partes do País, para receberem autógrafos do gênio da raça musical.

Confira o que rolou… Começamos com alguns comentários de fãs vindos de longe só para acompanhar Baptista:

Fila para conseguir o autógrafo

Que tal algumas palavrinhas do próprio Arnaldo?

O Gil Serra Negra e o Michel Soares se conheceram na fila. Os dois aficionados trouxeram discos de vinil, DVDs e ainda uma Gibson made in USA trazida pelo Michel. Sem adesivo nenhum, ela recebeu a canetada do mutante na Livraria Cultura:

Já o Gil conta a sua jornada em busca de uma capa de vinil dos Mutantes autografada por todos os integrantes do grupo. Com essa de hoje, agora só falta a Rita Lee…:

Quer entender o tamanho da fila?

Autógrafo

Arnaldo Baptista

Mais fotos no nosso Flickr.

Thiago Arikawa e Alisson Avila

00h Pré-estréia “Natimorto”
Direção: Paulo Machiline


02h30
Hanami – Cerejeiras em Flor
Direção: Doris Dorrie

04h Atividade Paranormal
Direção: Oren Peli

06h30 Brega S/A
Direção: Vladimir Cunha e Gustavo Godinho

08h Harry Potter – O Enigma do Principe
Direção: Joe Johnston

10h30 Up – Altas Aventuras
Direção: Pete Docter e Bob Peterson


Da redação

A cantora que abriu o show da Joss Stone aqui no Brasil fará um Pocket Show no teatro Eva Herz, já já, aqui no Vira Cultura. Será que ela canta essas músicas?


A partir das 16h30 ela estará na loja principal autografando seu novo disco, “Hein”.

Da redação

Desde as 9h de hoje está rolando a segunda edição do Vira Cultura, realização da Livraria Cultura ao lado da Aktuell.

Já passaram por aqui a Orquestra Villa-lobinhos, a Cia. Borelli de dança e daqui a pouco Malu Mader e Mini Kerti estarão aqui na loja principal dando autógrafos no DVD “Contratempo”, documentário dirigido por elas e que está sendo transmitindo agora no Cine Bombril – sala 2. Corre pra cá!

Malu Mader e Mini Kerti

Confira aqui o trailer do documentário Contratempo:


Continue nos acompanhando … de hora em hora, postaremos novidades do que está rolando por aqui!

Da redação

Teoricamente, a Guerra Fria só começou depois da Segunda Guerra Mundial. Ou seja, de 1945 para a frente. Mas a disputa ideológica e de awareness de marca global entre Estados Unidos e União Soviética começou bem antes, justo no período pré e pós Primeira Grande Guerra – um momento da história de ambos os lados que envolvia a necessária construção de uma identidade nacional.

Os Estados Unidos ainda agregavam territórios, organizava sua democracia maniqueísta e se preparavam para tempos de Lei Seca, enquanto a União Soviética virava do avesso com a revolução vermelha de 1917.

E, entre 1917 e 1919 – o que para a época pode ser considerado como algo simultâneo – ambos os países lançaram campanhas militares com a mesma abordagem. A dos Estados Unidos se eternizou; a da União Soviética, ao menos aqui na nossa realidade ocidental, nem tanto:

Trabalho criado em 1917 por James Montgomery Flagg, consagrado ilustrador norte-americano, o cartaz do Tio Sam pede que a população aliste-se no exército

Litografia de D. Moor de 1919: "Você já se alistou como voluntário?"

Além de estar longe de existir na época, até onde sabemos a ONU não conta com um tribunal de mediação de conflitos de propaganda ideológica…

Alisson Avila